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Dilma e Merkel assumem compromisso de reduzir emissão de gases de efeito estufa

A presidente Dilma Rousseff e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apresentaram na quinta-feira (20) declaração conjunta dos dois países para o enfrentamento das mudanças climáticas. O texto inclui o compromisso com a descarbonização da economia até o fim deste século, o que significa reduções drásticas de emissões de gases de efeito estufa por meio de cortes significativos no uso de combustíveis fósseis.

Segundo Dilma, a declaração reflete o compromisso do Brasil e Alemanha para o êxito da próxima Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima (COP-21), em dezembro, em Paris.

“Se queremos evitar que a temperatura [do planeta] aumente em dois graus, nosso compromisso com a descarbonização no horizonte de 2100 é algo muito importante e relevante para todo o planeta”, disse a chefe de Estado brasileira ao lado de Merkel. Elas deram declaração à imprensa após reunião no Palácio do Planalto.

“Temos compromisso comum de descarbonização da economia até o fim do século”, acrescentou Merkel, que anunciou a criação de um fundo 500 milhões de euros que se destinará às questões relacionadas às mudanças climáticas.

Declaração conjunta – Dilma também listou a restauração e recuperação florestal de 12 milhões de hectares, a meta de zerar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030 e a neutralização das emissões de carbono associadas a supressão de vegetação na Amazônia como compromissos da declaração conjunta Brasil-Alemanha.

Apesar da declaração, Dilma e Merkel não apresentaram as metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa que serão levadas à reunião do clima em Paris. Segundo Dilma, os números do Brasil só serão divulgados em setembro. “O Brasil vai anunciar em setembro, na Conferência da ONU para adoção dos objetivos de desenvolvimento sustentável, a nossa declaração de emissões para a COP-21 à altura dos atuais desafios”, adiantou.

Na declaração à imprensa, as duas chefes de Estado também destacaram a negociação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, que devem avançar este ano com a apresentação de ofertas dos dois blocos. Dilma ressaltou a determinação do governo brasileiro para a conclusão do acordo e a chanceler da Alemanha disse que irá trabalhar na Comissão Europeia para acelerar as negociações. Merkel também destacou que o Mercosul é bastante heterogêneo, mas o Brasil assumiu papel de liderança nesse processo.

Fonte: Ambiente Brasil

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